BIOLUMINESCÊNCIA DE FUNGOS: DISTRIBUIÇÃO, FUNÇÃO E MECANISMO DE EMISSÃO
DE LUZ
Desde os tempos de
Aristóteles, a emissão de luz por parte dos animais e planas despertou a
curiosidade e o interesse da
humanidade. Dando início uma serie de investigações por grupos de naturalista,
físicos e fisiologistas daquela época. A Bioluminescência se caracteriza pela a
emissão de luz fria e visível por seres vivo, é um forme que está presente em
todo mundo, sendo encontrada principalmente nos oceanos. Diversas espécies de
bactérias, fungos, insetos, crustáceos moluscos, celenterados, peixes, algas
primitivas, vermes terrícolas e marinhos são descritos como bi luminescentes.
Em relação à bioluminescência fúngica, existem diversos registros históricos
que podem ser encontrados, sobre esse tipo de emissão de luz de madeira e outros
tipos de material que contêm celulose em processo de decomposição. Existem 71
espécies conhecidas de fungos bioluminescente, e as mesma são divididas em
quatro tipos de linhagens, Armallaria, Omphalotus, Micenoide e Lecentipes, onde
52 são Micenoides (73%),4 Armallaria (6%),13 Omphalotus (18%) e 2 Lucentipes
(3%). Pode se encontrar fungos
bioluminescente em diversas florestas tropicais e temperada do mundo. Desde que
as mesma tenham temperaturas entre 20-30°. Presume-se que esse sistema
bioluminescente é utilizado para um importante papel biológico e bioquímico e
que evoluiu precocemente perdendo-se inúmeras vezes e se recuperando. Devemos
lembrar que o entendimento da bioluminescência de fungos não seria completo sem
fazer uma avaliação a sua importância ecológica para os organismos.
Referências:
OLIVEIRA,Anderson
;CARVALHO,Rodrigo; WALDENMAIER, Hans Eugene; STEVANI, Cassius
Vinicius.” BIOLUMINESCÊNCIA DE FUNGOS: DISTRIBUIÇÃO, FUNÇÃO E MECANISMO DE
EMISSÃO DE LUZ”. Departamento de Genética e Evolução, Universidade Federal de
São Carlos, Rodovia João Leme dos Santos. Sorocaba – SP, Brasil.; Departamento
de Química Fundamental, Instituto de Química, Universidade de São Paulo. Recebido
em 7/5/12; aceito em 20/8/12; publicado na web em 6/2/13.Vol.36 n°2.Disponivel
(hppt://scielo.br/pdf/qn/v36n2/v36nd2a18.pdf.
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